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Justiça

Ao tratarmos do princípio da Justiça, não nos deteremos na compreensão dos códigos e leis estabelecidos pelo Homem na construção de suas várias civilizações durante a História. Essas surgiram para regular as relações sociais, econômicas, comerciais, diplomáticas.

Nem nos deteremos na Justiça praticada pelos seres humanos e suas leis, pois esta é muito relativa, precária e muitas vezes falha.

Mais próximos do aspecto que vamos abordar estão a Ética apresentada pelos Mestres Espirituais, que afirmam que colhemos aquilo que plantamos. E que temos que fazer para o próximo aquilo que gostaríamos que fizessem para nós, regra áurea da Ética em todos os tempos.

Na verdade nos referimos aqui à lei que rege nossas vidas: a LEI DE CAUSA E EFEITO OU LEI DO CARMA, através da qual o princípio da Justiça se aplica de forma igual para todos.

Segundo essa lei, as ações de cada um geram uma força energética, que retorna para nós da mesma forma. O conjunto de nossas ações e suas consequências chamamos de carma.

De acordo com essa lei não há injustiça, e nem castigo divino, uma vez que somos totalmente responsáveis pelo que acontece em nossas vidas, pois essas situações são o resultado de nossas ações praticadas anteriormente, de nossas escolhas feitas no passado próximo ou remoto.

“Carma é a eterna afirmação da liberdade humana... Nossos pensamentos, nossas palavras e nossos atos, são os fios de uma rede que tecemos ao redor de nós mesmos.” (Vivekananda).

Temos o livre arbítrio para fazer nossas escolhas e somos responsáveis pelas consequências decorrentes delas. Assim, temos que tornar nossas escolhas cada vez mais conscientes, para que nossos atos nos tragam boas consequências e não dissabores.

Quanto ao carma já adquirido, resta-nos reconhecer nossa responsabilidade e transmutar a experiência indesejável em semente de oportunidade para o crescimento interior, para a nossa evolução espiritual. Mobiliza grande poder transformador do carma, criar ou participar de uma ação altruísta, se possível análoga à experiência cármica negativa. Temos como exemplos edificantes a defesa de direitos humanos, dedicação a obras sociais que visam a promoção humana, movimentos pela paz, vibrações mentais e orações em benefício daqueles que precisam de auxílio, etc..